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Vera Cruz

Um espaço vivo para acompanhar acontecimentos, valorizar as comunidades e guardar as histórias que estão sendo construídas hoje.

Gente que ajuda a contar a ilha

Personalidades de Vera Cruz

Capa da dissertação Docência nas Águas, de Silvano Sulzart Oliveira Costa
Educação e pesquisa Professor · Pedagogo · Pesquisador

Silvano Sulzart - Secretário de Educação de Vera Cruz

Nascido e criado em Vera Cruz, Silvano transformou a experiência vivida na ilha em pesquisa sobre educação, memória, maritimidade e saberes comunitários, ajudando a valorizar a cultura das águas da Ilha de Itaparica.

Docência nas águas Maritimidade Memória Educação
Ler perfil

Sua trajetória reúne sala de aula, travessias, vida escolar e relação com o mar. Na dissertação Docência nas Águas, a travessia aparece como experiência física e simbólica que influencia o trabalho docente e a vida nas comunidades da ilha.

O estudo valoriza práticas ligadas à pesca, à mariscagem, às embarcações, às festas, às religiosidades e aos conhecimentos construídos no cotidiano, preservando memórias que muitas vezes não aparecem nos registros oficiais.

Ler a dissertação
Fernando Bernardes Souza em uma exposição de arte
Literatura e artes visuais Escritor · Artista plástico

Fernando Bernardes Souza

Escritor e artista plástico, Fernando Bernardes Souza contribui para valorizar a arte, a memória e as trajetórias ligadas à Ilha de Itaparica por meio da pesquisa, da escrita e da produção artística.

Artes visuais Literatura Memória da ilha Pesquisa
Conhecer o escritor e o livro

Em sua atuação como escritor e artista plástico, Fernando Bernardes Souza aproxima linguagem visual, pesquisa e memória. Seu trabalho ajuda a colocar artistas e histórias da ilha em circulação, fortalecendo o reconhecimento da produção cultural ligada ao território.

Capa do livro Agnaldo Manuel dos Santos: Uma ilha que ganhou o mundo
Agnaldo Manuel dos Santos: Uma ilha que ganhou o mundo O livro destaca a trajetória de Agnaldo Manuel dos Santos e ajuda a projetar a presença de um artista ligado à ilha para além de suas fronteiras.

A publicação também funciona como ponte entre arte, identidade e pertencimento, convidando o leitor a conhecer uma história importante da memória cultural da Ilha de Itaparica.

Guiga Francisco segurando um exemplar do livro Bárbara, Filha do Tempo
Literatura, educação e cultura Educador · Artista · Escritor · Produtor cultural

Guiga Francisco

Morador de Vera Cruz, Guiga Francisco desenvolve uma trajetória ligada à literatura, à educação, à memória e à produção cultural da Ilha de Itaparica. Seu trabalho reúne livros, revistas, poesia, teatro e iniciativas voltadas à valorização da cultura local e à formação de jovens.

Literatura Educação e juventude Memória da ilha Hino Cívico Produção cultural
Conhecer a trajetória e as obras

Registros do Ilha Notícias Bahia apresentam Guiga como educador, artista e escritor dedicado à valorização da cultura local e à formação de jovens. Sua produção ajuda a guardar histórias, personagens e experiências ligadas a Vera Cruz e à Ilha de Itaparica.

Uma produção que atravessa diferentes linguagens

Entre os trabalhos atribuídos ao autor estão as edições da Revista Flash da Ilha, as coletâneas Poemas das Águas I e Poemas das Águas II, as obras infantis O Menino da Torre e O Diário da Cobra Lalá, além de Um Olhar de Amor, Proteção e Respeito. A reportagem também registra Guiga como autor da letra do Hino Cívico de Vera Cruz.

Capa do livro O Menino da Torre, de Guiga Francisco
O Menino da Torre A obra trabalha de forma poética temas como tempo, imaginação, superação e a capacidade de sonhar.

Bárbara, Filha do Tempo

Em 2025, Guiga apresentou Bárbara, Filha do Tempo, ampliando sua produção literária com uma narrativa relacionada à identidade, à memória e à resistência feminina.

Gil Lima com o livro A Caça Não é Presa durante encontro literário em Vera Cruz
Comunicação, literatura e ancestralidade Jornalista · Radialista · Repórter de TV · Escritora

Gil Lima

Jornalista, radialista, repórter de televisão e escritora, Gil Lima reúne comunicação, memória e ancestralidade em uma trajetória que também passa por Vera Cruz. Em 2026, sua autobiografia A Caça Não é Presa ganhou destaque ao transformar vivências pessoais, profissionais e espirituais em uma narrativa sobre pertencimento, resistência e representatividade.

Comunicação Literatura autobiográfica Ancestralidade Representatividade Religiosidade afro-brasileira
Conhecer a trajetória, o livro e os vídeos

Gil Lima construiu sua trajetória entre o rádio, a televisão, o empreendedorismo e a liderança religiosa. Também é fundadora do Ilê Axé Odé Torojy Adé Min, localizado em Vera Cruz, onde sua atuação aproxima comunicação, ancestralidade e vida comunitária.

A Caça Não é Presa

Na autobiografia, publicada em 2026 pela Autografia, Gil Lima aborda experiências marcadas por identidade, espiritualidade afro-brasileira, memória, enfrentamento ao preconceito e busca por pertencimento. O lançamento em Vera Cruz foi anunciado para 30 de agosto de 2026, com leitura performativa e roda de conversa sobre literatura, comunicação, ancestralidade e representatividade.

Uma trajetória que ocupa diferentes espaços Da comunicação de massa ao terreiro, Gil Lima transforma a própria história em instrumento de diálogo social e valorização da diversidade.

Gil Lima em vídeo

Registros em vídeo mostram diferentes momentos de sua fala pública, trajetória e participação em atividades ligadas à comunicação e à cultura.

Publicações recentes

Últimas notícias

Utilidade pública · calendário 2026

Defeso: o tempo de o mar respirar

Respeitar o período de defeso protege a reprodução das espécies, fortalece a pesca artesanal e ajuda a garantir alimento e renda para as próximas gerações de Vera Cruz.

Não é pausa sem motivo. É reprodução, renovação e futuro.

O que é o defeso?

É o período em que a pesca ou a mariscagem de determinadas espécies fica proibida ou controlada para proteger fases importantes do ciclo de vida, como reprodução, crescimento e recrutamento dos animais. Cada espécie possui datas e regras próprias.

  • Não capture nem retire do ambiente as espécies protegidas.
  • Não compre pescado sem origem regular durante o período.
  • Comércio e estoque só podem ocorrer nas situações autorizadas e devidamente declaradas.
  • Compartilhe o calendário com pescadores, marisqueiras, comerciantes e consumidores.
Datas oficiais

Calendário do defeso em Vera Cruz

Os cartões são destacados automaticamente quando a data atual estiver dentro de um dos períodos de 2026.

Camarões Rosa, sete-barbas e branco. Calendário correspondente ao trecho do litoral onde está Vera Cruz.
Lagostas Lagosta-vermelha, lagosta-verde e lagosta-pintada.
1º nov a 30 abr
Robalo Proteção nas águas interiores e no litoral abrangido pela norma.
Garoupa-verdadeira Espécie protegida em águas jurisdicionais brasileiras.
1º nov a 28 fev
Peixes recifais Caranha, sirigado, garoupa-de-são-tomé e badejo-amarelo.
Caranguejo-uçá: andadas de 2026 Durante as andadas reprodutivas ficam proibidos captura, transporte, beneficiamento, industrialização e comercialização.
Consumidor também protege o mar

Antes de comprar, pergunte a origem do pescado. Durante o defeso, prefira outras espécies liberadas e nunca estimule a venda clandestina.

Ver calendário oficial 2026
Encontrou pesca ou comércio irregular? Denuncie ao INEMA. 0800 071 1400 · denuncia@inema.ba.gov.br